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martes, 29 de enero de 2008

Un algo



Preso he sido, de mí mismo, a voluntad

Empeñado en margullar, sin respirar, como si pez fuera

Sin el jeito adecuado, con la magua en el rostro


De mí mismo, preso he sido

Por buscar donde para mi no hay

Borracho, ido…


Preso he sido, de mi sueño

Más de día que de noche, cuando despierto estaba

Preso y loco…


Ahora me he liberado, y libero… Y así vivo

Recordando al olvidar

Olvidando al recordar…


… siendo feliz, como y cuando, puedo serlo…


Por obligación, que es

Por devoción, que también

Por pasión, que no falte


… a mi favor, feliz… Y sin robar nada a nadie






Madredeus - Alfama




Agora,
que lembro,
As horas ao longo do tempo;

Desejo,
Voltar,
Voltar a ti,
desejo-te encontrar;

Esquecida,
em cada dia que passa,
nunca mais revi a graça
dos teus olhos
que eu amei.

Má sorte,
foi amor que não retive,
e se calhar distrai-me...
- Qualquer coisa que encontrei.

domingo, 27 de enero de 2008

sábado, 12 de enero de 2008

Nem às paredes confesso




Amália Rodrigues

Música: Ferrer Trindade, Artur Ribeiro
Letra: Maximiano de Sousa


Não queiras gostar de mim
Sem que eu te peça,
Nem me dês nada que ao fim
Eu não mereça
Vê se me deitas depois
Culpas no rosto
Eu sou sincera
Porque não quero
Dar-te um desgosto

[refrão:]
De quem eu gosto
nem às paredes confesso
E nem aposto
Que não gosto de ninguém
Podes rogar
Podes chorar
Podes sorrir também
De quem eu gosto
Nem às paredes confesso.

Quem sabe se te esqueci
Ou se te quero
Quem sabe até se é por ti
que eu tanto espero.
Se gosto ou não afinal
Isso é comigo,
Mesmo que penses
Que me convences
Nada te digo.


viernes, 28 de septiembre de 2007

Chuva




Mariza

As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir

Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir

São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder

Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer

A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera

Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera

A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade